Archive for the ‘XboX 360’ Category
Continuação direta de “Call of Duty 4: Modern Warfare”, este novo episódio se distancia definitivamente dos jogos inspirados na 2ª Guerra Mundial. Sob direção da Infinity Ward, a criadora original, o game a princípio chamaria-se apenas “Modern Warfare 2″, mas a alcunha “Call of Duty” foi resgatada a fim de associar mais claramente o título à série

O que uma produtora precisa fazer para criar um clássico? E para destacar ele num gênero sobrecarregado? Além de superar outro jogo fora de série? Esse é o papel da Infinity Ward ao lançar Modern Warfare 2.
Mas é inegável que é tarefa espinhosa. Ainda mais quando Modern Warfare foi um jogo a ser seguido, ganhando notas superiores ao primeiro Call of Duty. Com momentos épicos, cinemáticos e surpreendentes, ganhou o prêmio de Jogo do Ano de diversas agremiações, incluindo a Academy of Interactive Arts and Science, em 2007.
Chegou a hora da verdade. O jogo mais esperado do ano, que provavelmente irá superar GTA IV como o jogo mais vendido, alavancando uma indústria que, aos poucos, sai de uma crise econômica, carrega um imenso peso nas costas.
Como nos velhos tempos…

Modern Warfare 2 mantém a mesma estrutura do primeiro jogo. Vale dizer, é mais longo. Mas as 3 horas aproximadas a mais de duração (totalizando cerca de 8), não mostram que estão lá apenas para estender a duração. Cada missão tem um conteúdo.
Na primeira vez no universo Call of Duty, um jogo é uma sequência. E podemos dizer que é de fato uma desde o cinemático crédito inicial ao ótimo final com os personagens do jogo num museu. Sim, a Infinity Ward tratou seu produto como um clássico, e isso talvez seja o maior triunfo da empresa. Ousadia é a palavra.
Alguns jogos são brilhantes, mas faltava a vontade para criar algo mais fantástico em alguns momentos. Os diferentes personagens controláveis do jogo fazem com que haja uma imensa variedade de cenários, cada um com sua peculiaridade, e memoráveis.
Num enredo cheio de reviravoltas e que mostra que o papel de Modern Warfare, como franquia, não é ser apenas um FPS com excelente jogabilidade, mas uma verdadeira história de guerra, você está em 2016, 5 anos após o primeiro jogo, combatendo os seguidores de Zakhaev, que criaram a Nova Rússia, mas que agora ameaçam o mundo inteiro.
Os parabéns vão para o roteirista Jesse Stern, responsável por mostrar que FPS de guerra não é apenas jogabilidade e multiplayer, mas história. E um enredo empolgante, cinemático e surpreendente, que te prende até o final do jogo, que pode terminar a série com chave de ouro, e ao mesmo tempo, deixa um gancho para uma possível sequência.
Modern Warfare 2 também oferece o modo Special Ops, que é uma alternativa para a falta de um modo cooperativo que, segundo a Infinity Ward, prejudicaria a experiência do jogo. E estavam certos. Mas isso também não significa que seja ruim. Aliás, é uma espécie de Challenge Mode mais completo, ambicioso, e variado, passando por diversos momentos icônicos da campanha.
O único dia fácil… Foi ontem

Uma das maiores obsessões das produtoras hoje em dia é tentar surpreender tecnicamente. Esse não é o objetivo da Infinity Ward em Modern Warfare 2. Apostando num mundo realista, e não excessivamente futurista, apesar de se passar em 2016, a empresa mostra um mundo sombrio e melancólico sem usar uma paleta de cores cinza.
O jogo é colorido mesmo nos momentos de completa destruição da guerra. E não é nada exagerado. É, como dizemos, realista. As texturas melhoraram um pouco comparado ao primeiro jogo, e impressiona a quantidade de detalhes apresentados na tela ao mesmo tempo, sem nenhum slowdown, e rodando a 60 frames por segundo.
A guerra é mais intensa, e só para nos momentos stealth do jogo, que ficam praticamente na neve, extremamente bem detalhada e, na tempestade mostra uma excelente parte artística. O Rio de Janeiro é um dos cenários mais impressionantes do jogo, e isso não é ser patriota.
Por ser numa favela, que é fixada em um morro, a geografia oferece diversas opções de jogabilidade, e você poderá ser emboscado por janelas, becos, telhados. Vale também dizer algumas palavras sobre os cenários do jogo, um pouco mais abertos, deixando de lado aquela pré-definição.
Modern Warfare 2 mostra uma excelente qualidade gráfica, mesmo trabalhando em 60 fps, superando diversos jogos que usam apenas 30 frames por segundo.
No entanto, é frustante ver todo esse cuidado não ser perfeito quando se observam alguns defeitos. Seu capitão falar algo e você olhar para ele e não haver nenhum movimento labial é algo estranho. Isso sem falar no botijão de gás que mexe quando atira nele, mas não explode. Ora, se teve o trabalho de colocar a física de movimento, por que não estender?
São pequenos detalhes que acabam tirando a melhor experiência possível para o jogo. É tão bem trabalhado que não existe diferença gráfica entre os modos singleplayer e multiplayer, mas esquecer desses problemas é, como dissemos, frustrante nessa altura do campeonato.
O inimigo do meu inimigo…

Se formos um pouco mais precisos, colocar First Person Shooter como gênero de Modern Warfare 2 estaria errado. O melhor a se dizer é que é um Jogo de Guerra em Primeira Pessoa. Sim, é claro que a mecânica de FPS predomina, mas há uma variação, incluindo momentos de fuga apenas.
Os momentos de clímax do jogo se mostram como geniais. Apostar corrida com um snowmobile, ver o seu próprio personagem extremamente ferido e impossibilitado ou controlar um míssil do avião Predator é algo realmente empolgante. O jogo não inova muito nas mecânicas principais, mas quando se arrisca um pouco mais, se sai de forma brilhante.
Modern Warfare 2 também não tenta ser um jogo que tem chefes mirabolantes durante a campanha ou na última missão do jogo, que, aliás, entra para a história como uma das melhores. Sabem aquela palavra “ousadia” que falamos no começo? Aqui é o melhor exemplo.
Isso sem falar no modo Special Ops, que permite o splitscreen cooperativo, além de online. Nele, você pode escolher entre diferentes tipos de missões, que passam por stealth, infiltração, chegar a tal lugar, corridas de snowmobile, enfrentar hordas, liberar o caminho para o seu amigo de um helicóptero (enquanto ele está lá em baixo)… Enfim, um modo extremamente viciante.
Os modos multiplayer estão de volta sem muitas alterações no geral. Os mapas são ótimos e, durante o nosso teste, não sentimos nenhum lag. A busca de jogos também foi extremamente rápida e sem muita confusão. O destaque vai para o modo em terceira pessoa, que é legal, mas não empolga tanto assim.
No geral, a principal diferença entre as versões do jogo não é em desempenho, mas apenas que a versão de PC não possui a mira automática das outras plataformas. Algo que será difícil de se acostumar para os que jogaram nos consoles, mas que não será problema depois de um tempo.
Nos seus próprios acordes

Se um jogo de guerra antes não tinha uma trilha sonora memorável (com exceção da série Halo), esse tem. A escolha de Hans Zimmer (Batman, Piratas do Caribe) para o trabalho foi impecável. A todo momento, a música respeita o cenário e o enredo do momento, incluindo o silêncio no meio de uma deserta e chuvosa Washington D.C..
Não existe uma música ruim para o jogo, e a mistura de orquestra com tambores e diversos acordes diferentes mostram o cuidado da Infinity Ward com o processo de criação do áudio.
Isso sem falar nas ótimas escolhas de Keith David (Capitão Anderson em Mass Effect), Ken Lally (Albert Wesker, Resident Evil 5), 50 Cent (para o Special Ops) e Kevin McKidd, mostrando uma dublagem impecável.
Conclusão

Em um jogo onde, ao mesmo tempo, parece mostrar uma insatisfação com a Activision (poucas vezes a empresa é mencionada, e diversas vezes o logo da aparece),Infinity Ward há uma visão correta e sem clichês da guerra moderna. Traição, cenários impecáveis e uma jogabilidade imensamente divertida deixam Modern Warfare 2 entre os clássicos da indústria.
O cuidado com cada detalhe do jogo é tão impressionante que você ficará mal acostumado e, quando os frustantes problemas gráficos do jogo aparecem, não parece justo. No entanto, isso não impede o jogo de brilhar, seja na campanha, no Special Ops ou no Multiplayer.
Mais & Menos
+ Jogo de Guerra em Primeira Pessoa;
+ Momentos cinemáticos e épicos;
+ Créditos iniciais e finais;
+ Trilha e dublagem impecáveis;
+ Cenários variados;
+ Jogabilidade divertida e alternada;
- Pequenos problemas gráficos;
Notas
Apresentação: 10
Gráficos: 9.5
Jogabilidade: 10
Som: 10
Diversão: 10 (x2)
Média: 9.9
FIFA 2010 lança Realismo INACREDITAVEL
FIFA 2010, game de futebol desenvolvido pela Electronic Arts, promete ser um marco na indústria dos video games. Isso se deve ao fato de FIFA 2010 ter alcançado níveis de realismo jamais alcançados por outros títulos do gênero.
Exemplo claro disso é o flagrante abaixo, feito durante partida em que o jogador utilizou o São Paulo Futebol Clube:

Durante partida no FIFA 2010, Rogério Ceni beija um companheiro de equipe
FIFA 2010 já está disponível para Xbox 360 e Playstation 3.
De acordo com a publicação voltada para cultura pop Variety, Robbie Bach, presidente da divisão de entretenimento e dispositivos da Microsoft (que é responsável pelo setor de Xbox), concedeu a primeira indicação do preço do Project Natal.
O executivo insinuou que, assim como o Xbox 360, o preço inicial terá um patamar alto, mas, com o tempo, deverá baixar o valor, gradualmente. “Com relação ao Natal, vamos ver como o preço vai se comportar”, disse ele ao público presente no evento Open House da Microsoft em Nova York. “Mas as pessoas devem esperar que ele vai ser acima do preço padrão”.
Bach foi perguntado quando a empresa pararia de se referir ao acessório pelo codinome Natal, mas ele apenas respondeu: “Quando dissermos para vocês chamarem de outra coisa”. Novamente foi levantada a questão sobre possíveis planos da Microsoft para o mercado de jogos portáteis. Bach reiterou que a empresa tem mais interesse em celulares do que em portáteis.
O Project Natal é composto de uma câmera com sensor que identifica não apenas os gestos, mas a profundidade em que se encontram os objetos. Também traz um sistema de reconhecimento facial e de comando de voz.
Por:Rodrigo Lima.
Twitter

A Visceral Games confirmou que após o término do desenvolvimento de Dantes Inferno e Dead Space Extraction (para o Nintendo Wii), as equipes da empresa irão se voltar para a continuação de Dead Space.
E ao que tudo indica a pré-produção já está chegando ao fim, já que uma oferta de emprego para designers dispostos a trabalhar no desenvolvimento de jogo da série Dead Space para PlayStation 3 e Xbox 360, indica que o título está a ponto de entrar em produção.
A EA e a Visceral Games mantiveram segredo sobre a produção, mesmo porque não queriam interferências na produção e desenvolvimento de Dante’s Inferno e Dead Space Extraction. Dead Space 2 deve dar continuidade da franquia, explorando a jogabilidade excepcional e o clima aterrorizando presentes no primeiro título da linha.
Fonte: GameBrasil


Uma das mais cultuadas séries de luta 2D da história volta aos consoles em novo começo, depois de anos de melhorias, grandes sagas e muitos serviços prestados a fãs devotados. “The King of Fighters XII” chega ao Playstation 3 e ao Xbox 360 seguindo os passos da mudança de plataforma da franquia no fliperama, depois que a SNK Playmore resolveu abandonar seu sistema Atomiswave pela mais poderosa placa Type X2 da Taito.
A promessa era a de grandes reformulações, com personagens redesenhados para a alta definição numa espécie de renascimento da franquia. Pena que o que se vê é um trabalho corrido, que não entrega o que prometeu e só não se mostra um desastre completo pois ainda se apóia na mecânica genial da grife e seus carismáticos heróis e vilões.
Tradicional
O esquema de “The King of Fighters XII” é bastante tradicional. Você escolhe um time com três lutadores que não podem ser trocados durante as lutas. Antes de cada combate, é preciso selecionar a ordem de cada um e, à medida em que forem tombando em combate, o próximo entra no ringue, até o último sobreviver.
Os controles contam com quatro botões de ataques frontais. Combinações entre eles acionam desde agarrões a manobras evasivas e, como não poderia faltar, há ainda golpes especiais com a ajuda de movimentos direcionais. Entre as novidades está um sistema chamado Critical Counter, que exibe uma barrinha verde próxima à de energia dos personagens. Quando cheia, basta contra-atacar com um golpe forte para acionar este modo especial, que permite emendar vários combos e especiais de maneira bem mais rápida e fácil por um tempo limitado.
O jogo parece ser bem mais acessível a novatos do que os capítulos anteriores, mesmo em suas opções normais de fábrica. Ainda assim, há uma opção para simplificar os comandos. É uma idéia bacana que pode atrair aqueles jogadores que sempre tiveram vontade de curtir a série, mas se sentiam intimidados pela grande quantidade de golpes a serem memorizados. Já os veteranos devem aumentar a dificuldade nas opções para sentir o desafio.
Elenco reduzido
Se a mecânica consegue segurar o jogador com seu charme inconfundível, a apresentação do jogo quase coloca tudo a perder. São poucos cenários, poucas falas, poucos lutadores, poucos modos.
O elenco traz uma seleção de rostos clássicos como Robert Garcia, Terry Borgart, Raiden, Kyo Kusanagi, Athena Asamiya, Kim Kaphwan e Joe Higashi, mas Mai Shiranui, por exemplo, não está presente.

Todos eles aparecem bem grandões na tela, com animações bastante decentes, leves e naturais, mas com gráficos 2D tão estourados que nem parece que foram redesenhados. A diferença ficou mais no design de alguns personagens, que ficaram com visuais bastante modificados e podem dividir as opiniões dos fãs.
Iori versão Kof XII ( De grunge virou emo)
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Para piorar, há uma total ausência de modos extras. Como o jogo não tem história, você fica limitado ao modo arcade ou ao versus local, pois o multiplayer online, pelo menos até o momento do fechamento desta análise, não funciona. Mesmo com atualizações, o lag tornou os combates impraticáveis. Felizmente é algo que pode (e deve) ser consertado eventualmente pela produtora.
CONSIDERAÇÕES
“The King of Fighters XII” é um recomeço ingrato a uma das maiores franquias de luta do videogame. Com todo tipo de limitação e gráficos pobres, é um título que não honra a tradição da série e se sustenta graças a sua mecânica sempre espetacular e a seu elenco de estrelas. Fãs de longa data ainda encontrarão o que fazer aqui, mas há melhores opções no mercado para o consumidor médio.
OBS: Garanto que fazer um remake do KOf 97 ia dar mais grana e mais alegria aos fãs =/
Fonte do texto: Uol


